Regras
Barbu a três
Créditos
Versão a três desenvolvida por Noel Leaver e jogada durante mais de dez anos. Mais rápida e mais sujeita à sorte do que a de quatro; três rubbers equilibram.
O que muda
- Baralho de 48 cartas: retiram-se os duques. Cada jogador recebe 16 cartas.
- O jogador à esquerda do dador é o declarante, e a distribuição roda após cada mão.
- Um rubber são 7 mãos e cada contrato joga-se uma vez: um jogador declara três vezes, os outros duas.
- Jogam-se muitas vezes três rubbers para que cada um declare primeiro uma vez.
Pontuação
- Sem copas — −2 por copa, ás de copas −6, −28 ao todo. Não se pode sair a copas a não ser que não reste outra coisa.
- Sem rei de copas — −21. A mesma restrição de saída.
- Sem damas — −6 por dama, −24.
- Sem vazas — −2 por vaza, −32.
- Sem as três últimas — antepenúltima −5, penúltima −10, última −15, −30 ao todo.
- Dominó — +45 ao primeiro, +15 ao segundo, −5 ao último, +55 ao todo. Ás alto.
- Trunfo — +5 por vaza, +80. É preciso cobrir com um trunfo se possível.
Contras
Cada jogador deve contrar o declarante pelo menos duas vezes ao longo das 7 mãos: o primeiro declarante tem de contrar em 2 das suas 4 mãos sem declaração, os outros em 2 das suas 5. O declarante só pode recontrar, e nos contratos positivos só ele pode ser contrado.
Sugestão
Como o primeiro declarante é também o último, convém-lhe guardar um contrato fácil para o fim. Para os outros dois é o contrário: mais vale deixar-lhe o mais difícil, pois na última mão podem contrar o declarante com uma boa mão, ao passo que com uma mão fraca o declarante não os pode contrar.
Todo o resto segue as regras do Barbu clássico.